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sábado, 7 de agosto de 2010

Snuff

Snuff
Por Victoria SG
“Não deixem que a matem, por favor!”, foi o que a velhinha havia dito ao policial, quando presenciou a cena de um “Snuff Movie”. A menina era uma prostituta, não tinha muitas utilidades no mundo, fora satisfazer seus clientes. Era bonitinha, mas sem importância. Não tinha família, seus pais haviam cometido suicídio quando ela era criança. Amigo também não tinha, apenas seus clientes que a mantinham. Educação era pouca, não freqüentava a escola, pois matava aulas, para fazer coisas que ninguém sabe. Enfim, o mundo não precisava dela.
Certo dia um homem perguntou a ela se queria fazer um filme. Nandinha – como a chamavam – aceitou na hora. Só não sabia que era um Snuff Movie, onde os atores morriam nas gravações.
No estúdio, uma rua pouco habitada, Nandinha viu que o filme seria pornô. Começaram as gravações, e era um filme bem masoquista, uma Violent Pornography. Até ai estava tudo bem, até chegar um cara com uma arma e a matar. Nisso uma senhora estava passando, e se apavorou. Foi até a policia, estava muito apavorada.
Os policiais foram até o local e só acharam o corpo. Não era a primeira vez que isso acontecia. ”Um maníaco” pensou o policial.
O caso foi arquivado por falta de provas. Várias outras prostitutas morreram. O Serial Killer era bom no que fazia. À medida que os assassinatos aconteciam, eram arquivados. O Serial Killer só pararia quando morresse. Até lá, muitas prostitutas morreriam.

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