Sonhar é desgastante
Por: Caroline AM
Uma vez quando o sonho e a esperança estavam conversando, o sonho perguntou, "esperança, você não tem sonhos, vontade de sonhar?" sem pensar muito a esperança logo respondeu, "não". O sonho sem entender o motivo e muito curioso perguntou, "mas porque você não tem sonhos? Todo mundo sonha com algo", a esperança ficou em silêncio por alguns minutos e logo deu sua resposta ao sonho, "porque eu fico desgastada", o sonho continuando sem entender nada, perguntou de novo, "mas como assim desgastada?", então ela logo respondeu, "fico desgastada, pois ficar sonhando necessita de muita esperança, e quando o sonho não se realiza a esperança se acaba, por isso não vejo motivos para sonhar".
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
... O tão sonhado...
... O tão sonhado...
Por Mariana Rezende
Era uma vez um jardineiro macabro que conseguia fazer serviços como: melancias brotarem, ou até mesmo consertar bicicletas... Porém nem tudo são florem num jardim, um dia ele começou a falar de coisas estranhas como "Quem sabe um dia eu venha morar aqui..." e também "porque esta luz fica acesa durante a noite?" como ele poderia saber algo que acontecia apenas durante a noite, ainda mais em um lugar inóspito da casa!?!
Até que em um belo dia, estava Dulce Marrie no pomar de sua casa, quando ela ouve nitidamente o som de um radinho de pilha, de onde viria.!?
Num subto movimento ela se vira e vê o jardineiro fitando-a, com aqueles olhos negros, profundos e seua cabelos crespos.... A partir daquele momento ela passou a temê-lo mais que qualquer coisa que já havia visto ou ouvido falar... Suas paranóias se tornaram cada vez mais medonhas, até que em uma noite... Sozinha... Em seu quarto, às 4:30 da manhã, ouve NITDAMENTE, novamente, um radinho de pilha.
*Ela, melhor que ninguém, sabia onde seu falecido avô escondera o revolver, então se dirigiu até o velho guarda roupa, tirou a última gaveta e de lá tirou uma arma e uma bala. Aquela seria a sua primeira e última tentativa de assassinato. E aquele mesmo jeito em que saiu, descalça, com uma camisola branca de rendinhas lilás, um tanto quanto angelical, ela realizou a Tão Sonhada vontade do jardineiro de 'morar' naquela casa.
Por Mariana Rezende
Era uma vez um jardineiro macabro que conseguia fazer serviços como: melancias brotarem, ou até mesmo consertar bicicletas... Porém nem tudo são florem num jardim, um dia ele começou a falar de coisas estranhas como "Quem sabe um dia eu venha morar aqui..." e também "porque esta luz fica acesa durante a noite?" como ele poderia saber algo que acontecia apenas durante a noite, ainda mais em um lugar inóspito da casa!?!
Até que em um belo dia, estava Dulce Marrie no pomar de sua casa, quando ela ouve nitidamente o som de um radinho de pilha, de onde viria.!?
Num subto movimento ela se vira e vê o jardineiro fitando-a, com aqueles olhos negros, profundos e seua cabelos crespos.... A partir daquele momento ela passou a temê-lo mais que qualquer coisa que já havia visto ou ouvido falar... Suas paranóias se tornaram cada vez mais medonhas, até que em uma noite... Sozinha... Em seu quarto, às 4:30 da manhã, ouve NITDAMENTE, novamente, um radinho de pilha.
*Ela, melhor que ninguém, sabia onde seu falecido avô escondera o revolver, então se dirigiu até o velho guarda roupa, tirou a última gaveta e de lá tirou uma arma e uma bala. Aquela seria a sua primeira e última tentativa de assassinato. E aquele mesmo jeito em que saiu, descalça, com uma camisola branca de rendinhas lilás, um tanto quanto angelical, ela realizou a Tão Sonhada vontade do jardineiro de 'morar' naquela casa.
A História da Esponja Azul
A História da Esponja Azul
Por Caroline AM & Mariana Rezende
Era uma vez uma esponja azul, solitária e triste na praia. Certo dia um homem pisou nela, porém não machucou. Então ela gritou bem alto “Heey seu Mané!”. Então o homem olhou e falou “UAU! Uma esponja falante”, e nesse momento a esponja pegou uma faca e esfaqueou o pé do homem, fazendo com que ele perdesse o pé e muito sangue, então desequilibrou-se e caiu feio, facilitando sua morte. Então a esponja esfaqueou-lhe, e descobriu que adorava matar, então saiu pra esfaquear mais pés humanos.
Por Caroline AM & Mariana Rezende
Era uma vez uma esponja azul, solitária e triste na praia. Certo dia um homem pisou nela, porém não machucou. Então ela gritou bem alto “Heey seu Mané!”. Então o homem olhou e falou “UAU! Uma esponja falante”, e nesse momento a esponja pegou uma faca e esfaqueou o pé do homem, fazendo com que ele perdesse o pé e muito sangue, então desequilibrou-se e caiu feio, facilitando sua morte. Então a esponja esfaqueou-lhe, e descobriu que adorava matar, então saiu pra esfaquear mais pés humanos.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Amigos são para sempre
Amigos são para sempre
Por Caroline AM
“Amigos são para sempre” era algo que Talita adorava falar para sua melhor amiga Flavia. Flavia não lhe dava muita bola, a parte de melhor amiga era só por parte de Talita, mas ela nem se importava com isso, era feliz por tê-la como amiga, e faria de tudo por essa amiga. Mas o de tudo, era algo realmente inimaginável de se acontecer.
Talita tinha uma personalidade incrível, uma garota super inteligente, mas que sofria muito por ser considerada CDF. Sempre voltava para casa com um hematoma no corpo, sua mãe lhe perguntava o motivo, mas sempre inventava algo, pois a maioria dele fora provocado por sua “melhor amiga”.
Flavia pode ser descrita como, um nojo de pessoa, ela normalmente tratava bem as pessoas, mas seu alvo era Talita porque tinha um certo nojo da bondade dela, ela não acreditava que tal bondade podia existir em uma pessoa. E apesar de tudo descobrira que tinha câncer de coração, e que não teria muito tempo de vida, só se recebesse uma doação, algo que era realmente difícil de se arranjar hoje em dia.
Motivos que fizeram de Flavia uma pessoa ruim, foi ter sido deixada por seu namorado, só por causa de sua doença, de ter sido rejeitada por algumas amigas, por causa de sua doença, tais coisa fizeram dela uma garota fria. A única pessoa que apesar de tudo ainda estava ali, pra lhe ajudar, era Talita, a garota CDF que espancava todos os dias. Chegou um momento que lhe perguntou o porquê ainda insistia em ficar ao seu lado, e a única coisa que escutou foi “amigos são para sempre”. Já com raiva, levantando a mão para lhe bater, Talita terminou, “eu faria de tudo por você”, Flavia olhou pra ela e então disse, “se você faria tudo por mim, me de seu coração, para que eu viva por mais tempo” e saiu furiosa.
Um mês se passou depois da conversa que tivera com Talita, mas algo naquele dia estava pra acontecer, na hora do intervalo de professores, Flavia sentiu uma forte pontada no coração, que fez com que desmaiasse, ao acordar estava na cama do hospital, com seus pais do lado, ela perguntou o que havia acontecido, e seus pais lhe disseram que seu coração já estava no fim de seus dias, e que precisava de um coração novo se quisesse continuar a viver, claro que sua vontade era de viver, mas também desejava a morte, pois não agüentava mais sua vida.
No início do inverno, começou a ter visitas constantes de Talita, isso durou dois meses, até chegar o dia em que sentiu um enorme sono e decide dormir um pouco, a ultima coisa que conseguiu escutar de Talita foi, “até logo amiga” e viu um grande sorriso em seu rosto.
Ao acordar, se sentia extremamente bem, mas não viu Talita, achou que ainda não estava na hora de visitas, e que ela poderia estar em aula. Um tempo depois recebeu alta, havia ganhado um novo coração. Muito feliz com isso, queria encontra logo Talita para lhe contar a novidade. Mas não a encontrou, decidiu esperar então, pois mais cedo ou mais tarde ela iria aparecer, já que era uma aluna exemplar e não faltava nada. Passaram-se duas semanas, dois meses, e nada de Talita, e o que lhe fazia mal era o fato de não saber onde Talita morava, se soubesse seria mais fácil. Até que um dia em sua casa, a campainha toca, era o carteiro, ele tinha uma carta escrita por Talita. Ao pegar a carta, subiu correndo pro seu quarto para ler, a carta já começava com, “você foi a primeira pessoa que chegou pra falar comigo e quis ser minha amiga, e disse que seriamos amigas para sempre”, isso fez com que uma lágrima quente escorre em seu rosto, limpou a lagrima e continuou a ler. “Olá Flavia, tudo bem com você”? Como se sente com seu coração novo? Espero que esteja muito bem. Bom, lhe escrevi esta carta pra você porque não tenho como lhe dizer isso pessoalmente, uma coisa muito triste, pois adoraria estar ai com você, vendo você com saúde e feliz. Mas como sempre disse, amigos são para sempre. Lembra de quando te falei que faria de tudo por você? E eu fiz. Não precisa ficar triste, e nem culpada, fiz por vontade própria, não suportei ver você sofrendo, e não poder fazer nada. E foi um alívio pra mim, não tinha uma vida boa, você não sabia, mas minha mãe não é minha mãe biológica, e mesmo sendo adotada, ela me odiava. Sempre tentei passar uma imagem de uma garota feliz e de bem com a vida, mas era tudo uma farsa. Minha maior vontade era fazer algo bom por alguém, fico feliz que o que fiz de bom, foi ter salvado a vida de minha melhor amiga. Agora você não se sentirá sozinha, é só você se lembrar, que estou com você, não fisicamente, mas espiritualmente. Faça um bom proveito de meu coração. Pois lhe dei com muito amor”.
Flavia, já soluçando de tanto chorar, guardou a carta com muito carinho, e começou a falar com Talita como se ela estivesse ali. “Eu lhe pedi para me dar seu coração”?” “eu não falei sério quando disse para me dar seu coração para viver por mais tempo” “já estava feliz só por te ter como amiga”. Ao terminar de falar, não parava de chorar, se sentou em sua cama, e então falou, “obrigada!”, e enxugou as lágrimas e saiu. A partir daí, se tornou uma pessoa melhor, todos os dias antes de dormir conversava com Talita em seus pensamentos, lhe contava como tinha sido seu dia e então ia dormir. E a cada ano passava no cemitério para colocar flores no tumulo de sua amiga. E assim seguiu com sua vida nova, com seu coração novo.
Por Caroline AM
“Amigos são para sempre” era algo que Talita adorava falar para sua melhor amiga Flavia. Flavia não lhe dava muita bola, a parte de melhor amiga era só por parte de Talita, mas ela nem se importava com isso, era feliz por tê-la como amiga, e faria de tudo por essa amiga. Mas o de tudo, era algo realmente inimaginável de se acontecer.
Talita tinha uma personalidade incrível, uma garota super inteligente, mas que sofria muito por ser considerada CDF. Sempre voltava para casa com um hematoma no corpo, sua mãe lhe perguntava o motivo, mas sempre inventava algo, pois a maioria dele fora provocado por sua “melhor amiga”.
Flavia pode ser descrita como, um nojo de pessoa, ela normalmente tratava bem as pessoas, mas seu alvo era Talita porque tinha um certo nojo da bondade dela, ela não acreditava que tal bondade podia existir em uma pessoa. E apesar de tudo descobrira que tinha câncer de coração, e que não teria muito tempo de vida, só se recebesse uma doação, algo que era realmente difícil de se arranjar hoje em dia.
Motivos que fizeram de Flavia uma pessoa ruim, foi ter sido deixada por seu namorado, só por causa de sua doença, de ter sido rejeitada por algumas amigas, por causa de sua doença, tais coisa fizeram dela uma garota fria. A única pessoa que apesar de tudo ainda estava ali, pra lhe ajudar, era Talita, a garota CDF que espancava todos os dias. Chegou um momento que lhe perguntou o porquê ainda insistia em ficar ao seu lado, e a única coisa que escutou foi “amigos são para sempre”. Já com raiva, levantando a mão para lhe bater, Talita terminou, “eu faria de tudo por você”, Flavia olhou pra ela e então disse, “se você faria tudo por mim, me de seu coração, para que eu viva por mais tempo” e saiu furiosa.
Um mês se passou depois da conversa que tivera com Talita, mas algo naquele dia estava pra acontecer, na hora do intervalo de professores, Flavia sentiu uma forte pontada no coração, que fez com que desmaiasse, ao acordar estava na cama do hospital, com seus pais do lado, ela perguntou o que havia acontecido, e seus pais lhe disseram que seu coração já estava no fim de seus dias, e que precisava de um coração novo se quisesse continuar a viver, claro que sua vontade era de viver, mas também desejava a morte, pois não agüentava mais sua vida.
No início do inverno, começou a ter visitas constantes de Talita, isso durou dois meses, até chegar o dia em que sentiu um enorme sono e decide dormir um pouco, a ultima coisa que conseguiu escutar de Talita foi, “até logo amiga” e viu um grande sorriso em seu rosto.
Ao acordar, se sentia extremamente bem, mas não viu Talita, achou que ainda não estava na hora de visitas, e que ela poderia estar em aula. Um tempo depois recebeu alta, havia ganhado um novo coração. Muito feliz com isso, queria encontra logo Talita para lhe contar a novidade. Mas não a encontrou, decidiu esperar então, pois mais cedo ou mais tarde ela iria aparecer, já que era uma aluna exemplar e não faltava nada. Passaram-se duas semanas, dois meses, e nada de Talita, e o que lhe fazia mal era o fato de não saber onde Talita morava, se soubesse seria mais fácil. Até que um dia em sua casa, a campainha toca, era o carteiro, ele tinha uma carta escrita por Talita. Ao pegar a carta, subiu correndo pro seu quarto para ler, a carta já começava com, “você foi a primeira pessoa que chegou pra falar comigo e quis ser minha amiga, e disse que seriamos amigas para sempre”, isso fez com que uma lágrima quente escorre em seu rosto, limpou a lagrima e continuou a ler. “Olá Flavia, tudo bem com você”? Como se sente com seu coração novo? Espero que esteja muito bem. Bom, lhe escrevi esta carta pra você porque não tenho como lhe dizer isso pessoalmente, uma coisa muito triste, pois adoraria estar ai com você, vendo você com saúde e feliz. Mas como sempre disse, amigos são para sempre. Lembra de quando te falei que faria de tudo por você? E eu fiz. Não precisa ficar triste, e nem culpada, fiz por vontade própria, não suportei ver você sofrendo, e não poder fazer nada. E foi um alívio pra mim, não tinha uma vida boa, você não sabia, mas minha mãe não é minha mãe biológica, e mesmo sendo adotada, ela me odiava. Sempre tentei passar uma imagem de uma garota feliz e de bem com a vida, mas era tudo uma farsa. Minha maior vontade era fazer algo bom por alguém, fico feliz que o que fiz de bom, foi ter salvado a vida de minha melhor amiga. Agora você não se sentirá sozinha, é só você se lembrar, que estou com você, não fisicamente, mas espiritualmente. Faça um bom proveito de meu coração. Pois lhe dei com muito amor”.
Flavia, já soluçando de tanto chorar, guardou a carta com muito carinho, e começou a falar com Talita como se ela estivesse ali. “Eu lhe pedi para me dar seu coração”?” “eu não falei sério quando disse para me dar seu coração para viver por mais tempo” “já estava feliz só por te ter como amiga”. Ao terminar de falar, não parava de chorar, se sentou em sua cama, e então falou, “obrigada!”, e enxugou as lágrimas e saiu. A partir daí, se tornou uma pessoa melhor, todos os dias antes de dormir conversava com Talita em seus pensamentos, lhe contava como tinha sido seu dia e então ia dormir. E a cada ano passava no cemitério para colocar flores no tumulo de sua amiga. E assim seguiu com sua vida nova, com seu coração novo.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Número do azar
Número do azar
Por Caroline AM
Quatro anos após a morte de seus pais, em um acidente de carro, Angela decide fazer uma mudança em sua vida, começando pela casa, havia naquela casa um sentimento triste, pois tinha sido de seus pais. Angela era uma mulher de 27 anos, não tinha filhos, nem um homem ao seu lado. A única coisa que tinha em sua vida era seu trabalho, que afinal era um bom trabalho, tinha um bom salário e era bem reconhecida no que fazia. Mas apesar de tudo, sentia que lhe faltava algo, uma aventura talvez, decidiu então gastar suas economias que havia juntado para fazer a festa de aniversário de seu pai, com uma viagem. Foi algo realmente difícil de decidir, já que não conhecia muitos lugares, decidiu então ir para a cidade de seus pais, onde nasceram e se conheceram.
Em seu tempo de viagem conheceu Douglas, em uma escalada a uma das mais altas montanhas da região. Douglas virou o homem de sua vida, foi neste momento que decidiu ir morar naquela pequena cidade. O tempo foi passando, Angela e Douglas estavam cada vez pais apaixonados, após alguns meses de namoro decidem se casar, e acabam indo morar perto da montanha que se conheceram.
Com o tempo veio à notícia de que não teriam filhos, foi algo realmente triste para o casal, já haviam comprado algumas coisas para um filho que nunca chegaria. Quando chegou o aniversário de 30 anos de Angela, ela não se contentou muito, já que o número 3 não lhe dava muita sorte. Ao chegar do trabalho ansiosa para ver seu marido, mas encontrou apenas um bilhete escrito, “Parabéns amor! Venha me encontrar na mesma montanha que nos conhecemos, tenho algo para lhe dar, mas só irá recebê-lo quando chegar ao topo. Beijo, te amo muito. Douglas”. Ela então foi correndo até o ponto de encontro, mas algo estava diferente, algo errado, se sentia com uma profunda tristeza, e no meio do caminho, passou ao seu lado uma ambulância, indo em direção as montanhas, foi então que lhe bateu o desespero, e apressou o passo.
Chegando lá se depara com algumas pessoas, com expressões chocantes, foi quando viu homens do corpo de bombeiros e da emergência indo em direção a multidão, que estavam com expressões chocantes. Começou a escutar comentários como, “ele caiu lá de cima, foi horrível”, “coitado, não merecia isso, era um homem tão bom”. Quando chegou ao local, viu seu marido caído no chão, já morto, e em sua mão havia uma foto que havia sido tirada no dia em que se conheceram e uma carta, com declarações de amor. Foi então que sua vida desabou de vez, entrou em uma profunda depressão, que foi sendo tratada em uma clínica especializada em seu caso. Quando fez 33 anos, foi considerada como curada, e pôde voltar para casa. Ao chegar lá, tudo que estava lá, fazia lembrar seu marido, começou então a ver fotos e a assistir vídeos. Uma semana depois, sua vizinha, que conhecia a história, nota um silêncio na casa e resolve chamar a polícia. Chegando lá a polícia tenta várias vezes chamar por Angela. Decidem então arrombar a porta, se deparando então, com Angela morta por enforcamento, e na televisão passava a filmagem do dia de seu casamento.
Por Caroline AM
Quatro anos após a morte de seus pais, em um acidente de carro, Angela decide fazer uma mudança em sua vida, começando pela casa, havia naquela casa um sentimento triste, pois tinha sido de seus pais. Angela era uma mulher de 27 anos, não tinha filhos, nem um homem ao seu lado. A única coisa que tinha em sua vida era seu trabalho, que afinal era um bom trabalho, tinha um bom salário e era bem reconhecida no que fazia. Mas apesar de tudo, sentia que lhe faltava algo, uma aventura talvez, decidiu então gastar suas economias que havia juntado para fazer a festa de aniversário de seu pai, com uma viagem. Foi algo realmente difícil de decidir, já que não conhecia muitos lugares, decidiu então ir para a cidade de seus pais, onde nasceram e se conheceram.
Em seu tempo de viagem conheceu Douglas, em uma escalada a uma das mais altas montanhas da região. Douglas virou o homem de sua vida, foi neste momento que decidiu ir morar naquela pequena cidade. O tempo foi passando, Angela e Douglas estavam cada vez pais apaixonados, após alguns meses de namoro decidem se casar, e acabam indo morar perto da montanha que se conheceram.
Com o tempo veio à notícia de que não teriam filhos, foi algo realmente triste para o casal, já haviam comprado algumas coisas para um filho que nunca chegaria. Quando chegou o aniversário de 30 anos de Angela, ela não se contentou muito, já que o número 3 não lhe dava muita sorte. Ao chegar do trabalho ansiosa para ver seu marido, mas encontrou apenas um bilhete escrito, “Parabéns amor! Venha me encontrar na mesma montanha que nos conhecemos, tenho algo para lhe dar, mas só irá recebê-lo quando chegar ao topo. Beijo, te amo muito. Douglas”. Ela então foi correndo até o ponto de encontro, mas algo estava diferente, algo errado, se sentia com uma profunda tristeza, e no meio do caminho, passou ao seu lado uma ambulância, indo em direção as montanhas, foi então que lhe bateu o desespero, e apressou o passo.
Chegando lá se depara com algumas pessoas, com expressões chocantes, foi quando viu homens do corpo de bombeiros e da emergência indo em direção a multidão, que estavam com expressões chocantes. Começou a escutar comentários como, “ele caiu lá de cima, foi horrível”, “coitado, não merecia isso, era um homem tão bom”. Quando chegou ao local, viu seu marido caído no chão, já morto, e em sua mão havia uma foto que havia sido tirada no dia em que se conheceram e uma carta, com declarações de amor. Foi então que sua vida desabou de vez, entrou em uma profunda depressão, que foi sendo tratada em uma clínica especializada em seu caso. Quando fez 33 anos, foi considerada como curada, e pôde voltar para casa. Ao chegar lá, tudo que estava lá, fazia lembrar seu marido, começou então a ver fotos e a assistir vídeos. Uma semana depois, sua vizinha, que conhecia a história, nota um silêncio na casa e resolve chamar a polícia. Chegando lá a polícia tenta várias vezes chamar por Angela. Decidem então arrombar a porta, se deparando então, com Angela morta por enforcamento, e na televisão passava a filmagem do dia de seu casamento.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Nightmare
Nightmare
Por: Victoria SG*
Matt teve um sonho estranho, em uma noite qualquer. Sonhou que estava em um hospital psiquiátrico, ele e seus melhores amigos, mas estava faltando um, era James. O cenário era macabro, com luzes de neon fracas, pessoas mortas pelos corredores, espíritos vagando entre pacientes e funcionários que usavam jalecos pretos e crucifixos e terços no pescoço e pulsos. No sonho ele estava sendo levado para a sala de Lobotomia e seus amigos estavam trancados em salas diferentes, ou com camisas de força ou amarrados na cama e gritando, desesperados.
Acordou, estava suando frio, então ficou mais aliviado. Tomou banho, foi trabalhar. Tudo parecia normal, por um tempo. Matt percebeu que seu amigo James não estava lá, então esperou até a hora de ir embora e foi até a casa do amigo ausente. Chegando lá, viu Any e o filho Joey chorando. James tinha morrido, por uma overdose acidental de calmantes e álcool. Ninguém conseguia acreditar! Um silencio terrível tomou conta daquela sala cheia de quadros e discos. O mundo de Matt desabou, havia perdido seu melhor amigo! A depressão tomou parte de todos. Ninguém sentia vontade de viver.
No outro dia estavam todos no trabalho, mas não conseguiam fazer nada. O chefe então vendo a situação, mandou todos para um hospital psiquiátrico. Lá, Matt se lembrou de seu sonho, era tudo incrivelmente igual. Agora o seu pesadelo veio à vida. Sentiu medo. Seus amigos também estavam lá. Queria chorar, de medo, raiva, tristeza, agonia.
Estavam tomando vários remédios fortíssimos, todos os dias. A situação era grave. Os médicos iriam fazer lobotomia em todos, para tentar melhorar o quadro. Eles estavam ficando loucos. A cirurgia melhorou um pouco, mas não foi suficiente. Não havia previsão de melhora de Matt e seus amigos.
Alguns dias se passaram, não estavam mais agüentando tamanho sofrimento que era perder um melhor amigo, até um irmão. A cada dia que se passava a depressão e a solidão ia aumentando, até chegar em um nível impossível de se suportar. Matt se suicidou. Seus amigos também. Tudo havia acabado, estavam todos juntos e unidos agora, em algum lugar no paraíso, para sempre.
Por: Victoria SG*
Matt teve um sonho estranho, em uma noite qualquer. Sonhou que estava em um hospital psiquiátrico, ele e seus melhores amigos, mas estava faltando um, era James. O cenário era macabro, com luzes de neon fracas, pessoas mortas pelos corredores, espíritos vagando entre pacientes e funcionários que usavam jalecos pretos e crucifixos e terços no pescoço e pulsos. No sonho ele estava sendo levado para a sala de Lobotomia e seus amigos estavam trancados em salas diferentes, ou com camisas de força ou amarrados na cama e gritando, desesperados.
Acordou, estava suando frio, então ficou mais aliviado. Tomou banho, foi trabalhar. Tudo parecia normal, por um tempo. Matt percebeu que seu amigo James não estava lá, então esperou até a hora de ir embora e foi até a casa do amigo ausente. Chegando lá, viu Any e o filho Joey chorando. James tinha morrido, por uma overdose acidental de calmantes e álcool. Ninguém conseguia acreditar! Um silencio terrível tomou conta daquela sala cheia de quadros e discos. O mundo de Matt desabou, havia perdido seu melhor amigo! A depressão tomou parte de todos. Ninguém sentia vontade de viver.
No outro dia estavam todos no trabalho, mas não conseguiam fazer nada. O chefe então vendo a situação, mandou todos para um hospital psiquiátrico. Lá, Matt se lembrou de seu sonho, era tudo incrivelmente igual. Agora o seu pesadelo veio à vida. Sentiu medo. Seus amigos também estavam lá. Queria chorar, de medo, raiva, tristeza, agonia.
Estavam tomando vários remédios fortíssimos, todos os dias. A situação era grave. Os médicos iriam fazer lobotomia em todos, para tentar melhorar o quadro. Eles estavam ficando loucos. A cirurgia melhorou um pouco, mas não foi suficiente. Não havia previsão de melhora de Matt e seus amigos.
Alguns dias se passaram, não estavam mais agüentando tamanho sofrimento que era perder um melhor amigo, até um irmão. A cada dia que se passava a depressão e a solidão ia aumentando, até chegar em um nível impossível de se suportar. Matt se suicidou. Seus amigos também. Tudo havia acabado, estavam todos juntos e unidos agora, em algum lugar no paraíso, para sempre.
sábado, 7 de agosto de 2010
Pequeno pedaço de Inferno
Pequeno pedaço de Inferno
Por Victoria SG
Era dia 18 de dezembro quando Mariana conheceu Vitor pessoalmente. Eles só se conheciam pela internet. Ela era do interior e ele da grande capital – São Paulo.
A internet possibilitava muitas coisas, e Mariana era feliz por isso. Ela tinha depressão, mais só seus pais sabiam disso, já havia tentado várias vezes suicídio, sem sucesso. Mas quando conheceu Vitor, as coisas mudaram, Mariana começou a viver mais alegremente.
Vitor havia se mudado para a cidade onde ela morava. Começaram a namorar, viveram muitos momentos felizes, cresceram. O amor crescia junto à medida que eles se encontravam.
O tempo passou, agora eles tinham lá pelos 25 anos, eram adultos. Vitor queria se casar com Mariana, e até comprou um anel. Chegou novamente o dia 18 de dezembro, então fez um jantar e chamou-a para ir a sua casa.
Durante o jantar eles estavam muito felizes. A noite prometia. Quando chegou as 22h, Vitor pegou o anel e colocou sobre a mesa. Esperou Mariana chegar do banheiro.
Quando ela chegou, ficou pálida. O anel era maravilhoso, devia ter custado uma fortuna. Ela olhou para ele, e ele para ela. Foi um olhar que Vitor nunca esqueceria. Uma mistura de paixão, espanto e desespero.
Foi então que ele pediu Mariana em casamento. Sem saber o que fazer, ela ficou em silêncio. Parecia uma eternidade, então finalmente falou: “Não”. Aquela palavra foi como um tiro ou uma facada em seu peito. Como ela poderia recusar?!
Então Mariana completou: “Ainda é cedo para nos casarmos, meu amor”. Vitor foi até a cozinha, ainda atordoado, e quando voltou, viu-se cheio de ódio, e iria devolver a facada que ela lhe dera. Foi quando percebeu que ela estava morta, toda ensangüentada no chão.
Vitor então ficou feliz, limpou a sujeira e costurou as cicatrizes do corpo dela. Viu diante de si um corpo maravilhoso, não agüentaria ficar olhando para ela sem fazer nada.
Foi para o seu quarto, sentiu sobre seu corpo um corpo ainda quente, o maior prazer que já havia sentido. Fez amor com ela a noite inteira, e depois a manhã inteira. Nunca havia se sentido mais vivo em toda a sua vida.
Saiu um pouco, foi para a cidade comprar vinho. Quando chegou em casa, Mariana não estava mais onde ele a deixou. Foi quando ele foi para a cozinha, e por traz, Mariana o golpeou com a mesma faca que havia a matado. Com uma facada certeira, matou Vitor. Agora os dois estavam mortos, tudo havia acabado. Estavam agora no pós-vida, casados, curtindo o seu pequeno pedaço de inferno. Para sempre.
Por Victoria SG
Era dia 18 de dezembro quando Mariana conheceu Vitor pessoalmente. Eles só se conheciam pela internet. Ela era do interior e ele da grande capital – São Paulo.
A internet possibilitava muitas coisas, e Mariana era feliz por isso. Ela tinha depressão, mais só seus pais sabiam disso, já havia tentado várias vezes suicídio, sem sucesso. Mas quando conheceu Vitor, as coisas mudaram, Mariana começou a viver mais alegremente.
Vitor havia se mudado para a cidade onde ela morava. Começaram a namorar, viveram muitos momentos felizes, cresceram. O amor crescia junto à medida que eles se encontravam.
O tempo passou, agora eles tinham lá pelos 25 anos, eram adultos. Vitor queria se casar com Mariana, e até comprou um anel. Chegou novamente o dia 18 de dezembro, então fez um jantar e chamou-a para ir a sua casa.
Durante o jantar eles estavam muito felizes. A noite prometia. Quando chegou as 22h, Vitor pegou o anel e colocou sobre a mesa. Esperou Mariana chegar do banheiro.
Quando ela chegou, ficou pálida. O anel era maravilhoso, devia ter custado uma fortuna. Ela olhou para ele, e ele para ela. Foi um olhar que Vitor nunca esqueceria. Uma mistura de paixão, espanto e desespero.
Foi então que ele pediu Mariana em casamento. Sem saber o que fazer, ela ficou em silêncio. Parecia uma eternidade, então finalmente falou: “Não”. Aquela palavra foi como um tiro ou uma facada em seu peito. Como ela poderia recusar?!
Então Mariana completou: “Ainda é cedo para nos casarmos, meu amor”. Vitor foi até a cozinha, ainda atordoado, e quando voltou, viu-se cheio de ódio, e iria devolver a facada que ela lhe dera. Foi quando percebeu que ela estava morta, toda ensangüentada no chão.
Vitor então ficou feliz, limpou a sujeira e costurou as cicatrizes do corpo dela. Viu diante de si um corpo maravilhoso, não agüentaria ficar olhando para ela sem fazer nada.
Foi para o seu quarto, sentiu sobre seu corpo um corpo ainda quente, o maior prazer que já havia sentido. Fez amor com ela a noite inteira, e depois a manhã inteira. Nunca havia se sentido mais vivo em toda a sua vida.
Saiu um pouco, foi para a cidade comprar vinho. Quando chegou em casa, Mariana não estava mais onde ele a deixou. Foi quando ele foi para a cozinha, e por traz, Mariana o golpeou com a mesma faca que havia a matado. Com uma facada certeira, matou Vitor. Agora os dois estavam mortos, tudo havia acabado. Estavam agora no pós-vida, casados, curtindo o seu pequeno pedaço de inferno. Para sempre.
Snuff
Snuff
Por Victoria SG
“Não deixem que a matem, por favor!”, foi o que a velhinha havia dito ao policial, quando presenciou a cena de um “Snuff Movie”. A menina era uma prostituta, não tinha muitas utilidades no mundo, fora satisfazer seus clientes. Era bonitinha, mas sem importância. Não tinha família, seus pais haviam cometido suicídio quando ela era criança. Amigo também não tinha, apenas seus clientes que a mantinham. Educação era pouca, não freqüentava a escola, pois matava aulas, para fazer coisas que ninguém sabe. Enfim, o mundo não precisava dela.
Certo dia um homem perguntou a ela se queria fazer um filme. Nandinha – como a chamavam – aceitou na hora. Só não sabia que era um Snuff Movie, onde os atores morriam nas gravações.
No estúdio, uma rua pouco habitada, Nandinha viu que o filme seria pornô. Começaram as gravações, e era um filme bem masoquista, uma Violent Pornography. Até ai estava tudo bem, até chegar um cara com uma arma e a matar. Nisso uma senhora estava passando, e se apavorou. Foi até a policia, estava muito apavorada.
Os policiais foram até o local e só acharam o corpo. Não era a primeira vez que isso acontecia. ”Um maníaco” pensou o policial.
O caso foi arquivado por falta de provas. Várias outras prostitutas morreram. O Serial Killer era bom no que fazia. À medida que os assassinatos aconteciam, eram arquivados. O Serial Killer só pararia quando morresse. Até lá, muitas prostitutas morreriam.
Por Victoria SG
“Não deixem que a matem, por favor!”, foi o que a velhinha havia dito ao policial, quando presenciou a cena de um “Snuff Movie”. A menina era uma prostituta, não tinha muitas utilidades no mundo, fora satisfazer seus clientes. Era bonitinha, mas sem importância. Não tinha família, seus pais haviam cometido suicídio quando ela era criança. Amigo também não tinha, apenas seus clientes que a mantinham. Educação era pouca, não freqüentava a escola, pois matava aulas, para fazer coisas que ninguém sabe. Enfim, o mundo não precisava dela.
Certo dia um homem perguntou a ela se queria fazer um filme. Nandinha – como a chamavam – aceitou na hora. Só não sabia que era um Snuff Movie, onde os atores morriam nas gravações.
No estúdio, uma rua pouco habitada, Nandinha viu que o filme seria pornô. Começaram as gravações, e era um filme bem masoquista, uma Violent Pornography. Até ai estava tudo bem, até chegar um cara com uma arma e a matar. Nisso uma senhora estava passando, e se apavorou. Foi até a policia, estava muito apavorada.
Os policiais foram até o local e só acharam o corpo. Não era a primeira vez que isso acontecia. ”Um maníaco” pensou o policial.
O caso foi arquivado por falta de provas. Várias outras prostitutas morreram. O Serial Killer era bom no que fazia. À medida que os assassinatos aconteciam, eram arquivados. O Serial Killer só pararia quando morresse. Até lá, muitas prostitutas morreriam.
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